17 de junho de 2019

Mundo

Em sessão extraordinária, OEA defende eleições livres na Venezuela

Em sessão extraordinária, OEA defende eleições livres e justas na Venezuela - Juan Manuel Herrera/OAS/Direitos Reservados

A sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos, que discutiu ontem (24) a situação da Venezuela, reuniu maioria favorável à realização de “eleições livres, justas e transparentes” e interinidade de Juan Guaidó na Presidência da República. Porém, aliados do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, como México e Uruguai, também foram lembrados.

Por sugestão dos Estados Unidos, foi aprovada uma declaração na qual são exigidas garantias de segurança para o presidente interino, Juan Guaidó. O documento foi subscrito por Argentina, Bahamas, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, Honduras, Guatemala, Haiti, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana.

Na sessão, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, ressaltou a importância de se preservar a integridade física de Guaidó. “Pedimos às forças de segurança venezuelanas que garantam a integridade física e segurança do presidente interino Guaidó”, disse.

Pompeo informou que os Estados Unidos enviaram aproximadamente US$ 20 milhões de ajuda humanitária para a Venezuela. Segundo ele, o apoio financeiro é para tirar as pessoas do sofrimento que vivem.

O secretário-geral da OEA, o uruguaio Luis Almagro, disse que o principal propósito da entidade deve ser “acabar com a usurpação” do poder numa referência, sem citar nomes, do governo de Maduro. Ele apelou para que os governos declarem “ilegítima” a reeleição de Maduro, que tomou posse em 10 de janeiro.

Ao final, os representantes dos países que apoiam Guaidó rechaçaram os episódios de violência durante os protestos registrados em Caracas e várias cidades venezuelanas. Organizações não governamentais informaram que pelo menos 14 pessoas foram mortas nas manifestações com idades entre 16 e 47 anos.

*Com informações da Télam, agência pública de notícias da Argentina.

Agência Brasil

‘Temos que construir o muro’ na fronteira do México, insiste Donald Trump

O presidente americano Donald Trump sustentou neste domingo (6) sua demanda de conseguir bilhões de dólares para financiar a construção do muro na fronteira com o México – que levou a uma paralisação parcial do governo dos Estados Unidos que já dura três semanas.

“Temos que construir o muro”, disse Trump à imprensa na saída da Casa Branca para Camp David, admitindo que o muro pode ser de “aço, em vez de concreto”.

“É uma questão de segurança, é sobre a segurança de nosso país. Não temos alternativa”, afirmou.

A falta de acordo com os legisladores sobre inclusão de fundos para financiar o muro no orçamento federal mantém o governo americano parcialmente paralisado desde 22 de dezembro.

As discussões para tentar encerrar o chamado “shutdown” devem continuar neste domingo, após conversas de ontem entre o vice-presidente Mike Pence e os dois líderes democratas no Congresso, Chuck Schumer e Nancy Pelosi terminaram com poucos avanços.

Os democratas, que agora controlam a Câmara dos Representantes, não parecem dispostos a fazer concessões ao presidente sobre um muro que Pelosi classificou de “imoralidade”.

“Este ‘shutdown’ poderia terminar amanhã e também poderia durar por muito tempo”, disse Trump. “Realmente depende dos democratas”, afirmou.

G1

Assembleia Nacional quer evitar mais um mandato de Maduro na Venezuela

Após ser eleito presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o deputado Juan Guaidó, do Partido Vontade Popular, disse hoje (5) que o Parlamento vai atuar para impedir mais um mandato do presidente Nicolás Maduro, cuja posse está marcada para a próxima quinta-feira (10). “Que ninguém duvide que faremos tudo o que temos a fazer para cumprir o nosso dever: lutar contra a usurpação, defender e representar o Estado e preparar as bases para a reconstrução do país”, afirmou.

Segundo Guaidó, o roteiro para “restabelecer a ordem constitucional” no país passa por três etapas: “cessação da usurpação, governo de transição e eleições livres para responder imediatamente à crise”. “O povo da Venezuela e a comunidade internacional podem ter certeza de que, como presidente da Assembleia Nacional, assumiremos a responsabilidade de tomar todas as decisões necessárias para facilitar a transição”, disse.

Para o deputado, desde que chegou ao poder, substituindo Hugo Chávez, morto em 2013, Maduro “desmantelou o estado de direito”, ignorando a Assembleia Nacional, dominada pela oposição, e nomeando os membros do Tribunal Supremo de Justiça e da Assembleia Nacional Constituinte. “[Maduro] negou aos venezuelanos o direito de escolher seu destino, violando completamente os direitos humanos dos cidadãos”, afirmou.

Grupo de Lima

De acordo com Guaidó, o papel do Parlamento é “restabelecer a ordem constitucional, legislar para devolver o dinheiro saqueado e autorizar a ajuda humanitária para mitigar a crise” no país. “Esta ditadura destruiu a capacidade produtiva do país e criou uma cúpula corrupta, que se beneficia do sofrimento de todos os venezuelanos”, afirmou.

Conforme o deputado, a Assembleia Nacional dará apoio jurídico e institucional à comunidade internacional para defender a população e a Constituição venezuelanas. “Este regime puniu a pobreza e empurrou para trás os mais necessitados, em uma luta absurda para sobreviver, mas a liberdade está em nosso sangue e mais presente do que nunca na busca por uma Venezuela melhor”, disse. 

Criado para buscar uma saída à crise venezuelana, o Grupo de Lima, formado pelo Brasil e mais 13 países, defendeu que Maduro não assuma no próximo dia 10 e transfira o poder ao Parlamento. O Grupo de Lima avaliou que não há legitimidade no processo de reeleição de Maduro, mas condenou qualquer possibilidade de intervenção no país vizinho.

Governo venezuelano

Em resposta à Declaração de Lima, o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse em pronunciamento, ontem (4) à noite, que Maduro tomará posse na próxima quinta-feira, “legítima e constitucionalmente”, para exercer o mandato de 2019 a 2025. “Para isso, não precisa da aprovação de nenhum governo estrangeiro”, afirmou.

O chanceler disse que o governo venezuelano recebeu com “perplexidade a extravagante declaração de um grupo de países americanos que acordaram dar um golpe de estado na Venezuela”. “Desconhecem o governo democraticamente eleito e as instituições legitimamente constituídas”, declarou.

Arreaza lembrou que Maduro foi eleito em maio do ano passado, com 67% dos votos válidos, em um pleito com observadores internacionais e submetido a auditorias externas. Disse ainda que a Venezuela responderá a todos os países que apoiaram a Declaração de Lima: “Nenhum país vai intimidar o povo venezuelano”. 

Agência Brasil

Estudante de Medicina Caruaruense é encontrado morto no Paraguai

Um estudante pernambucano foi encontrado morto no Paraguai na terça-feira (4). Anderson Araújo, de 36 anos, estudava medicina fora do Brasil. A família dele mora em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

Por meio das redes sociais, familiares e amigos lamentaram a morte de Anderson. O Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, ainda não tem informações sobre o caso, mas irá apurar o que aconteceu.

A causa da morte do estudante é desconhecida. Ele foi encontrado morto em um dos apartamentos do condomínio Towers Residencial, em Salto del Guairá, cidade do Paraguai. O caso deverá ser investigado pela polícia local.

G1 Caruaru

George H.W. Bush morre aos 94 anos de idade

Jose R. Lopez/The New York Times

HOUSTON – George Herbert Walker Bush, o ex-presidente dos Estados Unidos que administrou o país no fim da Guerra Fria e forjou uma coalizão global para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, morreu nesta sexta-feira (30) aos 94 anos de idade. A morte de Bush vem meses após o falecimento de sua esposa de 73 anos, Barbara.

O ex-presidente George W. Bush divulgou a morte do pai em seu perfil no Facebook (Foto: Reprodução)

Em seu perfil no Facebook, o ex-presidente George W. Bush, divulgou o morte do seu pai, George H.W. Bush.  “Jeb, Neil, Marvin, Doro e eu estamos tristes em anunciar que, depois de 94 anos extraordinários, nosso querido pai morreu. George HW Bush era um homem do mais alto nível e o melhor pai que um filho ou filha poderia pedir. Toda a família Bush é profundamente grata pela vida e amor de 41 anos, pela compaixão daqueles que se preocuparam e oraram pelo papai e pelas condolências de nossos amigos e cidadãos.”

 

O FIM DE UMA ERA

Bush nasceu em Milton, Massachusetts, em 12 de junho de 1924. No dia em que completou 18 anos, Bush se formou pela Phillips Academy Andover e se alistou na Marinha, pouco mais de seis meses após o ataque japonês a Pearl Harbor. Bush foi piloto mais jovem da Marinha Americana.

Depois da guerra, Bush era um homem apressado. Ele se casou com Barbara Pierce em 1945 e se formou em economia em Yale em 1948, onde também era capitão do time de beisebol. Ele e Bar e Georgie, então criança, mudaram-se para o Oil Patch em Odessa, Texas, para buscar sua fortuna. Começou como vendedor de equipamentos para campos petrolíferos de uma empresa pertencente a um amigo de seu pai e fundou uma empresa de petróleo.

Eles teriam seis filhos ao todo: George, Robin, Jeb, Neil, Marvin e Doro. Robin morreu aos 3 anos de leucemia, uma perda que repercutiria em suas vidas. Décadas mais tarde, o retrato dela ainda estava pendurado em um canto da sala de estar de seus pais. Barbara Bush, sua esposa, morreu em sua casa em Houston em 17 de abril, depois de uma longa batalha contra a insuficiência cardíaca congestiva.

Bush havia se envolvido pela primeira vez na política como presidente do Partido Republicano do Condado de Harris, em Houston. Ele perdeu sua primeira campanha política, para um assento no Senado em 1964, mas foi eleito para a Câmara dos Representantes em 1966. Ele foi reeleito dois anos depois e depois perdeu uma segunda campanha para o Senado em 1970.

Foi o 41º presidente dos Estados Unidos e pai do 43º, foi uma força constante no cenário internacional por décadas, desde seu período como enviado a Pequim até seus oito anos como vice-presidente e seu único mandato como comandante. em chefe de 1989 a 1993.

Bush foi o último veterano da Segunda Guerra Mundial a servir como presidente, ele era um funcionário público consumado e um estadista que ajudou a guiar a nação e o mundo de uma guerra fria de quatro décadas que carregava a ameaça de aniquilação nuclear.

* Atualizado às 03h17 – 01/12/2018 (Horário de Brasilia)

Morre menina símbolo da fome causada por guerra no Iêmen

Imagem do jornal 'The New York Times' mostra menina desnutrida no Iêmen — Foto: Reprodução/The New York Times

A menina Amal Hussain, de 7 anos, que virou símbolo da fome causada pela guerra no Iêmen, morreu na quinta-feira (1º). A informação é do jornal americano “The New York Times”, que divulgou a imagem de Amal em uma reportagem sobre a fome no país.

O Iêmen está em guerra há três anos e meio, na qual se enfrentam o governo iemenita apoiado por uma coalizão liderada pelos sauditas e os insurgentes houthis aliados do Irã.

“Meu coração está partido”, disse sua mãe, Mariam Ali, que chorou durante uma entrevista por telefone com o jornal. “Amal estava sempre sorrindo. Agora estou preocupado com meus outros filhos.

Amal foi fotografada pelo jornal em um centro de saúde em Aslam, a 90 milhas a noroeste da capital, Sana. Ela estava deitada em uma cama com a mãe. As enfermeiras a alimentavam a cada duas horas com leite, mas ela vomitava regularmente e sofria de diarréia.

A Dra. Mekkia Mahdi, a médica responsável, chamou atenção da reportagem do “NYT” para a pele flácida dos braços de Amal. “Olha”, disse ela. “Sem carne. Apenas ossos”. Ela recebeu alta do hospital, que precisava tratar outros pacientes na mesma situação, e morreu em casa três dias depois.

A mãe de Amal também estava doente, recuperando-se da dengue que ela provavelmente contraiu de mosquitos que se reproduzem em águas paradas em seu acampamento.

Ataques aéreos sauditas forçaram a família de Amal a fugir de sua casa nas montanhas há três anos. A família era originária de Saada, uma província na fronteira com a Arábia Saudita que sofreu pelo menos 18.000 ataques aéreos liderados pelos sauditas no Iêmen desde 2015. Saada também é a terra natal dos rebeldes Houthi que controlam o norte do Iêmen e é vista pelo príncipe da coroa saudita, Mohammed bin Salman, como representante do Irã rival.

ONU alerta para morte de crianças

As crianças iemenitas estão morrendo de fome e doenças enquanto caminhões com suprimentos de ajuda estão bloqueados no porto, deixando equipes médicas e mães desesperadas implorando para que os agentes humanitários façam mais, disse uma autoridade de alto escalão da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os bloqueios comerciais são impostos pelos sunitas sauditas, que impedem que ajuda humanitária e itens básicos, como comida, gás de cozinha e medicamentos, cheguem a 70% da população iemenita.

Geert Cappelaere, diretor de Oriente Médio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), descreveu cenas “de partir o coração” de crianças em hospitais na cidade portuária de Hodeidah e na capital Sanaa, ambas controladas por insurgentes houthis.

“Temos indícios de que hoje, no Iêmen, a cada 10 minutos uma criança de menos de 5 anos está morrendo de doenças evitáveis e de desnutrição grave”, disse ele à Reuters de Hodeidah.

Recentemente, os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, maiores fornecedores de armas da Arábia Saudita, pediram um cessar-fogo no Iêmen. O secretário de Defesa, Jim Mattis, disse que deve entrar em vigor dentro de 30 dias. “Temos que nos mover em direção a um esforço de paz aqui, e não podemos dizer que vamos fazer isso em algum momento no futuro”, disse Mattis na terça-feira.

Trabalhadores humanitários e agora líderes políticos estão pedindo a suspensão das hostilidades, bem como medidas de emergência para reviver a economia do Iêmen, onde o aumento dos preços dos alimentos levou milhões à beira do abismo.

Segundo a ONU, cerca de 14 milhões de pessoas, ou metade da população do Iêmen, podem estar à beira de um surto de fome em breve.

Já existem 1,8 milhão de crianças iemenitas desnutridas, mais de 400 mil delas sofrendo de desnutrição grave, uma enfermidade que as deixa em estado esquelético e correndo risco de morte, disse Cappelaere.

G1

Sobe para 39 o número de mortos em desabamento de ponte na Itália

Foto: Divulgação/Imprensa Local

O número de mortos deixados pelo desabamento da ponte Morandi em Gênova, na Itália, subiu para 39, segundo as autoridades locais. Entre os mortos estão uma criança de 8 anos e dois de 12 e 13 anos, de acordo com a imprensa local.

Dois corpos foram tirados dos destroços do viaduto na manhã desta quarta-feira (15). Os socorristas continuam cavando e procurando sobreviventes após mais de 24 horas do acidente. Dezesseis pessoas ficaram feridas, nove delas estão em estado grave.

O governo da Itália exigiu, nesta quarta, a demissão dos diretores da concessionária Autoestrade per l’Italia, responsável pela manutenção da ponte que caiu.

Dólar fecha com leve queda, cotado a R$ 3,75

Foto: Reprodução/Internet

O dólar fechou ontem (2) em leve queda (0,06%), cotado a R$ 3,7566 para venda.

O Banco Central continua sem realizar leilões de swap cambial (venda futura de dólares) extraordinários, com o mercado interno acompanhando os desdobramentos da disputa comercial entre os Estados Unidos e a China.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão em alta de 0,42%, com 79.636 pontos. Os papéis de empresas de grande porte apresentaram valorização no fechamento do dia, com a Petrobras subindo 2% e a Siderúrgica Nacional, 3,58%.

Da Agência Brasil

Vencedor de “nobel de matemática” pode ter tido medalha furtada no Rio

Um dos quatro premiados com a medalha Fields, considerada o Prêmio Nobel da Matemática, pode ter tido a medalha furtada. A pasta com o prêmio, entregue na manhã de hoje (1º) ao iraniano Caucher Birkar desapareceu no Congresso Internacional de Matemáticos (ICM 2018), no Rio de Janeiro. O ocorrido foi confirmado há pouco pela organização, que já acionou a polícia sobre o caso. O evento é realizado no Riocentro, na zona oeste da capital carioca.

Sem dar detalhes do episódio, a organização do congresso disse, por meio de nota, que lamenta profundamente o desaparecimento da pasta do matemático.

Segundo o G1, o professor Birkar deixou a medalha junto com a carteira e o celular, em uma pasta em cima de uma mesa. Depois de notar o furto da mesma, recorreu aos seguranças, que encontraram a pasta jogada, só com o celular dele. Para ajudar a desvendar o ocorrido, as imagens do circuito de segurança também são analisadas.

O medalhista, que foi morar no Reino Unido como refugiado, é hoje professor da Universidade de Cambridge, onde se destacou por pesquisas e avanços na geometria algébrica. Nascido em um vilarejo curdo, Birkar buscou asilo político depois de formado na Universidade de Teerã, a mais antiga do Irã. Ele é da mesma região em que viveram, séculos atrás, os matemáticos Omar Caiam (1048 – 1131) e Sharaf al-Din al-Tusi (1135-1213).

A Medalha Fields é entregue a cada quatro anos. São escolhidos quatro pesquisadores com menos de 40 anos para receber o prêmio.

Número de mortos em incêndios na Grécia sobre para 91

Foto: Agência Brasil

O número de mortos nos incêndios, no litoral da região de Ática, na Grécia, chegou a 91, segundo o último relatório oficial dos bombeiros. Os incêndios começaram no último dia 23 e são os mais fatais registrados na Europa desde 1900.

Dos 91 corpos localizados, 87 corpos estavam na área de Mati, cidade onde foram registradas todas as vítimas, enquanto outras quatro morreram em hospitais.

O serviço de bombeiros informou que oficialmente há 25 pessoas desaparecidas, mas acrescentou que até agora conseguiu-se identificar 59 corpos, daí a possibilidade de que pessoas ainda procuradas poderiam estar entre eles.

Dos mais de 180 feridos internados há uma semana, permanecem hospitalizadas 45 pessoas, entre elas uma criança.

A inspeção da região avança. A expectativa é que a conclusão ocorra em breve, segundo autoridades.